Era muita expectativa, afinal, este seria o primeiro show de Nando Reis depois que eu me descobrira fã desse cara, tudo bem que antes tinha a CÁSSIA ELLER, mas se não fosse a Cássia, eu nunca iria perceber a beleza singela da músicas do Nando Reis. Fui começando a simpatizar despretenciosamente no penúltimo CD da Cássia, Com você..., e o encantamento foi crescendo no ACÚSTICO MTV/CÁSSIA ELLER, pra em seguida estar completamente embriagado pela poesia singela desse ex-Titã.
Ingresso comprado com muita antecedência e pra uma casa de show que eu nunca havia ido e nem sabia onde era, apenas que ficava na Paralela. A medida que o tempo passava aumentava minha apreensão, pois percebia que ali não era um local pra shows populares, como a Concha Acústica do TCA, as praças do Pelourinho ou o anfiteatro do Parque da Cidade, eram toneladas e mais toneladas de mauricinhos e patricinhas e haja salto alto e roupa de grife. O lugar além de apertado, fica bem no meio de uma mata e a medida que o tempo passava os pernilongos faziam festa nas minhas pernas, e o show que estava previsto para as 17hs acabou começando 19hs. O local tinha uma boa quantidade de pessoas e o mais surpreendente é que todo mundo sabia cantar todas as músicas, Eu consegui ficar bem em frente ao palco e tirei um monte de fotos muito legais. Tudo aconteceu de forma muito bacana, a banda dele é muito boa e as backings, juntamente com Lanlan, são um show a parte, engraçado que mesmo quando a banda teve que se retirar por problemas técnicos o público em momento algum foi desrespeitoso ou impaciente, muito pelo contrário, foi surpreendente ver a galera cantando os hits do Nando enquanto o problema técnico era resolvido.
Espero ter a oportunidade de ir a muitos outros shows dele, pois é algo que gera uma energia muito bacana. Um show como esse é imperdível. O Nando é um cara de uma sensibilidade muito grande, não vejo a hora de pegar outro show dele de novo. Pô, deu uma satisfação...
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
CONSIDERAÇÕES SOBRE O SHOW DE MARINA LIMA NO TCA
Desde que descobri que não poderia viver um dia da minha vida sem ouvir MARINA LIMA, que esperava ver um show dela num teatro e finalmente nesse final de semana meu sonho se realizou, dia 1°/12 pude ver uma apresentação da minha DEUSA/MUSA.
Eu já havia visto um show na Concha Acústica do TCA, do CD Setembro, mas além da Marina estar com aquele gravíssimo problema nas cordas vocais, um show em um local aberto como a Concha tira muito da acústica, é uma outra realidade.
Desde que eu soube dos primeiros boatos que o show LÁ NOS PRIMÓRDIOS viria pra Salvador dentro do projeto MPB Petrobrás, que eu fiquei ansioso. Sempre soube que nesse tipo de shows a bilheteria se esgota rapidamente e que a quantidade de ingressos por pessoa é super-limitada, mas mesmo eu consegui alguém pra comprar os ingressos pra mim.
O show que começaria às 21hs fez com que eu chegasse ao TCA, às 19hs e fiquei surpreso de ver que já havia fila no local, depois que os portões se abriram às 20hs, corri freneticamente e consegui sentar na terceira fila, mas em frente ao palco. Mais uma hora de expectativa e começou o show de abertura, da cantora Márcia Castro, um show muito legalzinho, ela canta bem, usa um figurino muito massa e ainda tem um repertório que agrada. Termina o show de abertura as 21h30minh e ainda demora uns bons20 minutos até que o palco estivesse em ordem e Marina entra cantando DIFÍCIL, foi impossível deixar de notar que a voz da minha Musa/Deusa ainda estava debilitada do problema das cordas vocais, mas nem por isso o show deixou de ser um show e aos poucos todos no TCA foram se envolvendo com a qualidade do show e todos foram percebendo por que esse show foi tão premiado e elogiado pela crítica. Marina sabe das coisas, moça esperta e certamente é a artista brasileira que está mais a frente do seu tempo na atualidade. Quando todo mundo acreditava que ela se enveredaria pela música eletrônica ela lançou um belíssimo CD acústico e pra surpresa de todos os tempos depois ela ressurgira mais poderosa ainda no CD LÁ NOS PRIMÓRDIOS, um CD preciosíssimo. Não poderíamos esperar outra coisa deste show deste disco.
O TCA estava lotado, os ingressos esgotados em menos de duas horas e o público após o termino do show satisfeitíssimo com um show inesquecível, uma bela performance, e a certeza mais uma vez que MARINA é uma artista ímpar, dessas que mostra um sopro de criatividade incrível, mesmo quando a cultura brasileira anda mergulhada nesse marasmo todo de CALYPSO, ANA CAROLINA e outros desprazeres semelhantes.
Eu já havia visto um show na Concha Acústica do TCA, do CD Setembro, mas além da Marina estar com aquele gravíssimo problema nas cordas vocais, um show em um local aberto como a Concha tira muito da acústica, é uma outra realidade.
Desde que eu soube dos primeiros boatos que o show LÁ NOS PRIMÓRDIOS viria pra Salvador dentro do projeto MPB Petrobrás, que eu fiquei ansioso. Sempre soube que nesse tipo de shows a bilheteria se esgota rapidamente e que a quantidade de ingressos por pessoa é super-limitada, mas mesmo eu consegui alguém pra comprar os ingressos pra mim.
O show que começaria às 21hs fez com que eu chegasse ao TCA, às 19hs e fiquei surpreso de ver que já havia fila no local, depois que os portões se abriram às 20hs, corri freneticamente e consegui sentar na terceira fila, mas em frente ao palco. Mais uma hora de expectativa e começou o show de abertura, da cantora Márcia Castro, um show muito legalzinho, ela canta bem, usa um figurino muito massa e ainda tem um repertório que agrada. Termina o show de abertura as 21h30minh e ainda demora uns bons20 minutos até que o palco estivesse em ordem e Marina entra cantando DIFÍCIL, foi impossível deixar de notar que a voz da minha Musa/Deusa ainda estava debilitada do problema das cordas vocais, mas nem por isso o show deixou de ser um show e aos poucos todos no TCA foram se envolvendo com a qualidade do show e todos foram percebendo por que esse show foi tão premiado e elogiado pela crítica. Marina sabe das coisas, moça esperta e certamente é a artista brasileira que está mais a frente do seu tempo na atualidade. Quando todo mundo acreditava que ela se enveredaria pela música eletrônica ela lançou um belíssimo CD acústico e pra surpresa de todos os tempos depois ela ressurgira mais poderosa ainda no CD LÁ NOS PRIMÓRDIOS, um CD preciosíssimo. Não poderíamos esperar outra coisa deste show deste disco.
O TCA estava lotado, os ingressos esgotados em menos de duas horas e o público após o termino do show satisfeitíssimo com um show inesquecível, uma bela performance, e a certeza mais uma vez que MARINA é uma artista ímpar, dessas que mostra um sopro de criatividade incrível, mesmo quando a cultura brasileira anda mergulhada nesse marasmo todo de CALYPSO, ANA CAROLINA e outros desprazeres semelhantes.
Considerações sobre o show do PATO FÚ na Concha Acústica do TCA e Sobre o show de Lucas Santana na Praça Teresa Batista/Pelourinho
Este seria o enésino show do PATO FÚ na minha vida, mas nem por isso menos especial, estava apreensivo, afinal, minha banda favorita agora estava numa condição super-especial, agora PATO FÚ é uma banda independente, sem as super-estrutura de uma gravadora.
Eu já havia comprado meu cd a algum tempo, mas ainda não tive como aprender a cantar os novos hits. A banda de abertura não despertou muito minha curiosidade, mas fiquei perplexo de ver como aos poucos a CONCHA ACÚSTICA foi sendo quase que totalmente ocupada, era muita gente pra ver uma banda que atualmente não está na mídia, praticamente não tem músicas novas tocando nas FM’s e mesmo assim consegue lotar grandes espaços como a CONCHA. É um grande respaldo junto ao público, que deve muito ao carisma da banda.
A CONCHA estava lotada, Fernandinha Takai lindíssima e no final ainda fiquei super feliz de saber que o disco solo da nossa band leader está quentinho saindo do forno e ainda com elogios calorosos da mídia especializada.Terminado o show do PATO FÚ, corri louco pro Pelourinho, pro show do Lucas e fiquei super feliz de ver meu primeiro show desse cantor que consegue fundir com bastante coerência entre a música tradicional e o eletrônico. Ele cantou uma música e quando terminou de cantar a segunda, o show terminou, mas ainda deu pra tirar um monte de fotos e entregar meus encartes pra ele autografar.
Eu já havia comprado meu cd a algum tempo, mas ainda não tive como aprender a cantar os novos hits. A banda de abertura não despertou muito minha curiosidade, mas fiquei perplexo de ver como aos poucos a CONCHA ACÚSTICA foi sendo quase que totalmente ocupada, era muita gente pra ver uma banda que atualmente não está na mídia, praticamente não tem músicas novas tocando nas FM’s e mesmo assim consegue lotar grandes espaços como a CONCHA. É um grande respaldo junto ao público, que deve muito ao carisma da banda.
A CONCHA estava lotada, Fernandinha Takai lindíssima e no final ainda fiquei super feliz de saber que o disco solo da nossa band leader está quentinho saindo do forno e ainda com elogios calorosos da mídia especializada.Terminado o show do PATO FÚ, corri louco pro Pelourinho, pro show do Lucas e fiquei super feliz de ver meu primeiro show desse cantor que consegue fundir com bastante coerência entre a música tradicional e o eletrônico. Ele cantou uma música e quando terminou de cantar a segunda, o show terminou, mas ainda deu pra tirar um monte de fotos e entregar meus encartes pra ele autografar.
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