COSTUMO ME CERCAR DE COISAS BOAS
QUE ME TRAZEM BOAS LEMBRANÇAS
SÓ VOCÊ É O QUE IMPORTA
E TUDO COMEÇOU COM O QUE SERIA OU NÃO ÓBVIO
NÃO CONSIGO SER DIFERENTE
QUANDO O VIR É MELHOR QUE O IR
E O RIR
É UM MISTO DE SINS E ASSINS
DEIXA PRA LÁ
ENTÃO TÁ BOM
ENTRE SINS E ASSINS, DEPOIS...
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
NOVAS AQUISIÇÕES FONOGRÁFICAS
- Lucas Babin ***
- Avassaladoras/Trilha Sonora do Filme **
- Ellis Regina/O bem do amor ****
- Claudio Zoli/Clube ****
- Wando/O melhor de Wando ao vivo ***
- Banda Eva/Banda Eva ****
- UNITY/Athens 2004 ***
- Leila Pinheiro/Nos horizontes do mundo ****
- Jorge Vercílo/Livre ***
- Ultraje a Rigor/Por Quê? ****
- Malhação Internacional 2005 ***
- Pet Shop Boys/Fundamental ****
- Vanessa Falabella/Vibe ***
- Simony/Celebração ***
- The best of the Rolling Stones ***
- Pepeu Gomes/Ao vivo ***
sábado, 12 de janeiro de 2008
Apenas minha verdade me interessa
Pouco me importa se a minha verdade embaça os ouvidos ou se ensurdecem os olhos, eu quero estar feliz e ser coerente com ela.
Pouco me importa se as conseqüências são o preço da inverdade eu prefiro acreditar na minha verdade.
Minha verdade é aquilo que me alimenta e ela é muito grande pra ter forma, hoje pode ser água, amanhã poderá ser sombra, futuramente pode ser leitura, posteriormente pode ser brisa, mais adiante pode ser apenas contemplação; mas vai ser minha verdade sempre e justamente por ser minha ela não tem necessidade de ter forma.
Me aproprio disso pra poder perceber a ternura, a sinceridade, a realidade; tudo que certamente soaria banal para a humanidade, para mim tem outros pesos, outras medidas e conseqüentemente outros valores.
Não, não se trata de insanidade ou surreal, apenas uma prova que sou humano e que sou movido a sentimentos e emoções e nada mais natural que deixar se permitir agir por eles.
Talvez você também saiba/possa compartilhar da minha verdade, pois sei que a minha verdade pode ser enxergada, sentida, degustada; cabe a você exclusivamente se deixar permitir e perceber como as coisas vão acontecendo naturalmente, sem cobranças, sem efeitos colaterais, basta você liberar os cinto de segurança e se deixar permitir, sentir o prazer de boar; ser você mesmo e se desvincular desse mundo programado e cheio de conceitos prontos.
Seja seu próprio conceito, dono da sua verdade, seja seu alimento, seu ar e sua água e brevemente você se tornará capaz de perceber que sua vida tem sentido, mesmo que você sinta que o mundo todo conspira para que você seja banal como todo o conjunto de seres humanos que te rodeia, apenas mais um rosto, mais um corpo e nada mais que isso.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Não, não, eu não procuro o óbvio
Seria muito facil me acomodar nos braços mansos do óbvio, mas eu prefiro escolher o novo e o inusitado.
A satisfação que o novo me proporciona, é a mesma que faz meu sangue pulsar em minhas veias. O óbvio gera a repetição, o cansaço e o desencanto; o novo nos proporciona o inusitado, a surpresa, a novidade.
Viver resignado ao óbvio é estar programado a se limitar, se formatar. Desafiar o mundo em busca do novo é a renovação que oxigena nossas idéias.
Sou e serei sempre aquele movido pelo novo, me lanço nesse desafio e sempre que possível eu saio da estrada reta e pego atalhos cheios de grandes surpresas. Andar na estrada reta não propociona a mesam sensação que pegar um atalho sem saber até onde ele pode me levar. Preferir a correnteza ao leito manso de um rio é navegar pelo marasmo profundo e obscuro da repetitividade. Enquanto eu tiver essa possibilidade de ser intigado, interferido, modificado; habitará em mim o novo, o curioso, o ativo; quando não for mais possível buscar o novo, estarei condenado ao marasmo ao conformismo e a passividade. Como é chato ser minoria e conseguir enchergar um pouco mais que o nosso conformismo nos oferece.
Quero a fúria, quero o incerto, quero até o desconforto, mas quero sentir a vitalidade do novo e o novo só acontece quando a gente é instigado, irteferido, acionado. Ver, sentir ou perceber o que nos leva ao novo é desconfortável, mas quem se permite descobre que dentro de sí habita um novo ser muito mais interessante que aquele eterno parasita que vivia na passividade.
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Pré-Pós-Tudo-Bossa-Band
Zélia Duncan
Todo mundo quer ser bacana
Álbuns, fotos, dicas pro fim de semana
Filmes, sebos, modas, cabelos
Cabeça-feita, receitas perfeitas
Descobertas geniais
Todo mundo acha que é novo
Tribos, gírias, grifes, adornos
Ritmos exóticos, viagens experimentais
Pré-pós-tudo-bossa-band
Mente que sempre muito bem
Pré-pós-tudo-bossa-band
Gosto que me enrosco em quem?
Pré-pós-tudo-bossa-band
Não sei, mas tô dizendo amém
Todo mundo quer ser da hora
Tem nego sambando com o ego de fora
Caras, bocas, marcas estilos
O “ó” do bobó, o rei da cocada
A pedra fundamental
Todo mundo quer ser de novo o novo
O ovo de pé, o estouroÍcones atlânticos
O dono da voz crucial
Pré-pós-tudo-bossa-band
Não ví, mas sinto que já vem
Pré-pós-tudo-bossa-band
Moderno, eu não te enxergo bem
Pré-pós-tudo-bossa-band
Tá cego, mas tá guiando alguém
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PRÉ-PÓS-TUDO-BOSSA-BAND
Ano de lançamento: 2005 Algumas faixas: Pré-Pós-Tudo-Bossa-Band, Carne e Osso, Vi, Não Vivi, Mãos Atadas, Benditas, Braços Cruzados, Eu Não Sou Eu, Tudo Ou Nada, Distração, Dor Elegante, Sulista Nordetino (Vinheta), Diz Nos Meus Olhos (Inclemência), Redentor, Não, Quisera Eu, Milágrimas
Músicas como essas funcionam como estímulo pra tentar mostrar que existe vida inteligente além do óbvio e que existe artistas que ainda se preocupam em mostrar essa verdade.
Ano de lançamento: 2005 Algumas faixas: Pré-Pós-Tudo-Bossa-Band, Carne e Osso, Vi, Não Vivi, Mãos Atadas, Benditas, Braços Cruzados, Eu Não Sou Eu, Tudo Ou Nada, Distração, Dor Elegante, Sulista Nordetino (Vinheta), Diz Nos Meus Olhos (Inclemência), Redentor, Não, Quisera Eu, Milágrimas
Músicas como essas funcionam como estímulo pra tentar mostrar que existe vida inteligente além do óbvio e que existe artistas que ainda se preocupam em mostrar essa verdade.
sábado, 5 de janeiro de 2008
Esse me tocou profundamente na alma
Não sou daqueles que utiliza espaços como esse para utilizar ctrl+c/ctrl+v, espaços como esses tem muito mais utilidade que estacionar cópias, nesses espaços somos nós mesmo, mas esse texto aqui me tocou fundo na alma.
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UM DIA
Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer a outra, é bobagem você nao só não esquece a outra com pensa muito mais nela...
Um dia nós percebemos que as mulheres têm instinto "caçador" e fazem qualquer homem
sofrer...
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável...
Um dia percebermos que as melhores provas de amor são as mais simples...
Um dia percebermos que o comum não nos atrai...
Um dia saberemos que que ser classificado como "bonzinho" não é bom...
Um dia percebermos que a pessoa q nunca te liga é a pessoa q mais pensa em vc...
Um dia saberemos a importância da frase "tu se tornas eternamente responsável por aquilo
que cativas..."
Um dia percebemos q somos muito importante para alguém mas não damos valor a issso...
Um dia percebemos que aquele amigo faz falta, mas ai ja é tarde de mais...
Enfim... um dia descobrimos que apesar de viver quase um século, esse tempo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer tudo aquilo que tem que ser dito...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras...
Um dia percebemos que quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.
Mario Quintana
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Engraçado que mesmo sendo um texto que me apropriei sinto como se ele fosse meu, ele diz a minha verdade.
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
TER E PERDER
SOU UM CORPO QUE SANGRA, UM CORPO QUE ESTÁ DESPROTEGIDO, QUE ESTÁ VULNERÁVEL, QUE SENTE QUE ALGO QUE SE QUEBROU DEIXOU OS CACOS E QUE ESSES CACOS PEDEM PARA SEREM COLADOS.
A COLA QUE UNIRÁ TODOS ESSES CACOS NÃO ME PERTENCE, ELA É SUA. ESSA COLA VEM DO SEU SORRISO, DO SEU CHORO, DA SUA RESPIRAÇÃO E DA SUA VOZ.
A GENTE NÃO PRECISA NECESSARIAMENTE SE VER, A GENTE PRECISA SE FALAR TODOS OS DIAS. SINTO A NECESSIDADE SE RECEBER ESSE ALIMENTO ENERGÉTICO TÃO NECESSÁRIO À MINHA EXISTENCIA. TE VEJO MAREMOTO, TE VEJO CALMARIA. TE ENTENDO, ACEITO E COMPREENDO.
Quem Sabe
Los Hermanos
Composição: Rodrigo Amarante
Quem sabe o que é ter e perder alguém ?
Quem sabe o que é ter e perder alguém ?
Quem sabe o que é ter e perder alguém ?
Sente a dor que senti
Quem sabe o que é ver quem se quer partir
E não ter pra onde ir
Faz tanta falta o teu amor e te esperar...
Não sei viver sem te ter
Não dá mais pra ser assim
Quem sabe o que é ter sem querer pra si?
Não quer ver outro em mim
Não fala do que eu deveria ser
Pra ser alguém mais feliz
Faz tanta falta o teu amor e te esperar...
Não sei viver sem te ter
Não dá mais pra ser assim
A COLA QUE UNIRÁ TODOS ESSES CACOS NÃO ME PERTENCE, ELA É SUA. ESSA COLA VEM DO SEU SORRISO, DO SEU CHORO, DA SUA RESPIRAÇÃO E DA SUA VOZ.
A GENTE NÃO PRECISA NECESSARIAMENTE SE VER, A GENTE PRECISA SE FALAR TODOS OS DIAS. SINTO A NECESSIDADE SE RECEBER ESSE ALIMENTO ENERGÉTICO TÃO NECESSÁRIO À MINHA EXISTENCIA. TE VEJO MAREMOTO, TE VEJO CALMARIA. TE ENTENDO, ACEITO E COMPREENDO.
Quem Sabe
Los Hermanos
Composição: Rodrigo Amarante
Quem sabe o que é ter e perder alguém ?
Quem sabe o que é ter e perder alguém ?
Quem sabe o que é ter e perder alguém ?
Sente a dor que senti
Quem sabe o que é ver quem se quer partir
E não ter pra onde ir
Faz tanta falta o teu amor e te esperar...
Não sei viver sem te ter
Não dá mais pra ser assim
Quem sabe o que é ter sem querer pra si?
Não quer ver outro em mim
Não fala do que eu deveria ser
Pra ser alguém mais feliz
Faz tanta falta o teu amor e te esperar...
Não sei viver sem te ter
Não dá mais pra ser assim
Será que realmente eu sei quem eu sou?
QUEM SOU EU?
Sou a chama que te ilumina
O combustível que te alimenta
Sou a força que te move
Sou a água que mata a sua sede
Sou a sua sede
Sou a sombra que te alivia
A resposta para suas dúvidas
Sou sua dúvida e sua certeza
Eu sou sua certeza
Segurança
Sou pergunta e sou resposta
Sou dúvida e sou razão
Sou contenção e sou vazão
Sou o mar longinquo onde você possa navegar seus devaneios
Sou o rio doce e perene, sou perene
Sou abraçao
Sou melancolia
Sou o novo
Sou o desafio (sou seu desafio)
Sou a rede onde você possa deitar pra embalar seus sonhos
QUEM É VOCÊ E AONDE VOCÊ ESTÁ AGORA?
Sou a chama que te ilumina
O combustível que te alimenta
Sou a força que te move
Sou a água que mata a sua sede
Sou a sua sede
Sou a sombra que te alivia
A resposta para suas dúvidas
Sou sua dúvida e sua certeza
Eu sou sua certeza
Segurança
Sou pergunta e sou resposta
Sou dúvida e sou razão
Sou contenção e sou vazão
Sou o mar longinquo onde você possa navegar seus devaneios
Sou o rio doce e perene, sou perene
Sou abraçao
Sou melancolia
Sou o novo
Sou o desafio (sou seu desafio)
Sou a rede onde você possa deitar pra embalar seus sonhos
QUEM É VOCÊ E AONDE VOCÊ ESTÁ AGORA?
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Algo me pegou (Something's got me)
Mesmo tendo tudo começado de forma inusitada, o que era impulso foi se tornando uma coisa incontrolável. O que era curiosidade se tornou vício e o que era contenção se tornou entrega.
Só sei onde isso começou e nem faço ideia aonde isso vai dar, se é que isso pode me levar a algum lugar. Tenho medo de me entregar (como se isso não tivesse acontecido ainda, é claro que eu ja me entreguei a tudo isso que está acontecendo), pois percebo a entrega a esse acontecimento desconhecido, ainda sem forma, só sei que está acontecendo algo novo, quem é vocêe o que você pretendo de mim?
Sinto algo diferente que se notabiliza por ser algo verdadeiro, profundo, sincero, algo que cresce em proporções alarmantes e de forma incontrolável. Tenho medo de me magoar, de me machucar, mas o que seria dessa vida se não houvesse essas pausas bruscas e inesperadas? Minha resposta te digo agora, a vida seria uma mera repetição de acontecimentos previamente programados; é justamente nessas pausas bruscas que a vida faz sentido, é essa entrega que nos leva ao novo, nos reabastece, nos alimenta e faz nosso coração bater mais forte e sinto a força do meu sangue pulsar nas minhas veias e justamente por isso lanço agora outra pergunta, NÃO SERIA MELHOR VIVER DESSA MANEIRA QUE NUNCA SE SENTIR CAPAZ DE SE PERCEBER HUMANO? Sentir essas emoções, sorrir sozinho do nada, falar sozinho, chegar em casa e colocar aquele disco certo; sentir a nossa pulsação sangüínea acelerar e as batidas do nosso coração ouvidas bem alto; mesmo que venhamos depois perceber que se tratasse de uma emoção barata, mas não se trata de uma emoção que vem do nada, ela acontece; o despertar e o crescimento dessa emoção nos tira da nossa racionalidade e nos vemos falando/fazendo coisas inimagináveis, o nosso corpo precisa disso, nossa alma mais ainda, afinal, as emoções baratas não acontecem todos os dias e vejo nessas emoções baratas o lugar onde a certeza torna-se dúvida, o lugar onde o certo torna-se errado e o limite é o desconhecido.
A necessidade crescente de se aprofundar nesses mares bravios faz da nossa entrega algo totalmente ilimitado, somos ilimitados quando fazemos essa entrega e tenho certeza que essa entrega se faz necessária ao ser humamo pois é justamente esse tipo de entrega que aciona esse nosso polo que se econtra adormecido, enferrujado, temos medo de acionar esse nosso polo por temer a nossa entrega, esquecemos nós humanos que essa entrega nos traz o novo e novo, nós temos medo de admitir, pois o novo é o desconhecido.
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Algo me pegou (Something's got me)****************************************************
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Eu não sei mais quem eu sou
E o que pretendo
Mas eu vou fundo até me descobrir
Quem será que eu vou parir
Que vai vir
Mas algo me pegou
Me pegou bacana
Algo me pegou
E eu nem sei como chama
Algo me pegou
E acendeu a chama
Ah! Minha chama
Dias tortos tão desiguais
Só na esperança de você surgir
Será que é ela logo ali
Já me fez sorrir
Pois algo me pegou
Me pegou bacana
Algo me pegou
E eu bem sei como chama
Algo me pegou
E acendeu a chama
Ah! Minha chama
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Algo me pegou (Something's got me) é a décima faixa do cd PIERROT DO BRASIL, de Marina Lima, lançado em 1988 pela Universal Music, produzido por Suba, o croata mais brasileiro que poderia existir.
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