iNão consigo ser como os caras da minha idade que insistem em encher a cara e no máximo ver uns dvd's musicais em casa eu não me rendo ao ócio. Me recuso a me enclausurar mesmo diante da crescente violência urbana. Não me rendo e tenho fome de viver, de socializar-me com o mundo e dele tentar extrair tudo de bom que ele tem a me oferecer. Por isso não me rendo a me satisfazer apenas enchendo minha cara de cerveja, tem que ter muito mais que isso. Não me rendo a ouvir arrocha, sertanejo ou pagode, como a grande maioria faz; nunca fui de me satisfazer com o que a mídia impõe. Sou do tipo que dá na veneta e tento fazer, mas tb sou do tipo que sabe que tudo acontece na hora certa, contanto que isso alimente meu encanto pela vida. Tenho fome de viver e por isso mesmo não quero que minha vida seja fadada ao banal. Enquanto eu viver, esse combustível irá me alimentar e eu envelhecerei com dignidade de olhar pra trás pra afirmar que viver sempre valerá a pena, basta saber viver.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
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